domingo, 12 de setembro de 2010

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"No tempo da maldade acho que a gente nem tinha nascido".

Impossível não lembrar do termo "Pecado Original" (Peché Originaux) e assim, Sto Agostinho, consecutivamente o próprio episódio Adam e Eva. Mas...
Risos
Deixo em aberto.



"O jesuíta francês Bourdaloue escrevera no século XVII: “Não é de forma alguma um paradoxo, mas uma verdade certeira, que não temos maior inimigo a temer do que nós mesmos. Como isso é possível?... Eu sou mais... temível para mim do que todo o resto do mundo, já que só cabe a mim aniquilar a minha alma e excluí-la do reino de Deus”.

Bom, não consegui e fui até o SANTO GOOGLE e consultei o mais requisitado historiador para tal assunto, Jean Delumeau, no seguinte site:

http://pphp.uol.com.br/tropico/html/textos/2420,1.shl

"O pecado original constituía para Santo Agostinho e São Tomás o modelo mesmo do pecado, correspondendo exatamente à definição deles: era a desobediência voluntária de Adão e Eva ao preceito divino de não colher o fruto da árvore do bem e do mal. Não se pode compreender a história da cristandade ocidental de antigamente se não lhe dermos o devido lugar -que foi enorme- à doutrina (tradicional) do pecado original. Este era representado como um delito de dimensão verdadeiramente cósmica, cometido por dois seres que haviam recebido dádivas e privilégios que nós nem podemos imaginar. Em plena liberdade, eles desobedeceram à uma ordem do Criador, que lhes havia coberto de favores. Disso resultou para eles e seus descendentes o sofrimento, a morte, a concupiscência, a ignorância e a condenação ao inferno. Este último deveria ser o destino normal de toda a humanidade, se não tivesse havido a Redenção, graças à qual os eleitos escapam dos tormentos eternos. Teologia e pastoral decorrem desta representação do primeiro pecado e, sobretudo, a afirmação de Santo Agostinho de que a humanidade, pecadora desde Adão e Eva, constitui uma “massa de condenação eterna”, os eleitos sendo muito menos numerosos do que os condenados".

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